Fechado para Férias...
![]() | ![]() Volto a 8 de Setembro... |
Um espreguiçar mental para desentorpecer os músculos genitais...
![]() | Sem querer com isso minimizar a situação nacional, dizer que não somos os unicos a sofrer com a vaga de calor/incêndios que assola toda a Europa. A titulo de exemplo: só na Croácia lavraram já mais de 400 incêndios; em Paris os óbitos derivados do calor ascende a 100. Eis um pequeno resumo da BBC. Dados a serem analisados posteriormente... quando a situação arrefecer. |
Posta do SirHaiva às 17:54 0 commentários
![]() | A ideia era simples. Os alunos deveriam se juntar ao companheiro de carteira. O primeiro escreveria um parágrafo de uma pequena história e em seguida o outro continuaria a história com novo parágrafo. Aconselhava-se, óbvio, a leitura do anterior parágrafo para que a história não perdesse o sentido. Candida: A principio Laura não conseguiu decidir que qualidade de chá ela queria. O de Camomila, que costumava ser o seu favorito para serões preguiçosos em casa, agora lembrava-lhe demasiado Carlos, que uma vez tinha dito, em alturas mais felizes, que gostava de camomila. Sentiu que tinha agora, a qualquer custo, afastar a sua mente do Carlos. A sua possessividade era sufocante, e se ela pensasse demasiado nele a sua asma voltaria a atacá-la. Assim Camomila estava definitivamente fora de questao. Zezinho: Entretanto, O Sargento Carlos Sequeira, líder do esquadrão de ataque em órbita de Skylon 4, tinha coisas mais importantes em que pensar do que as neuroses de uma gaja cabeça de vento e asmática chamada Laura com quem ela tinha passado uma única noite há mais de um ano. "Sequeira para Estacao Espacial 17", disse ele ao seu comunicador inter-galactico. "Órbita polar estabelecida. Não há sinal de resistência até agora..." Mas antes que ele pudesse dar por terminada a comunicação um raio laser vindo não se sabe donde acertou na nave provocando um rombo no porão de carga. A violência do embate atirou Carlos pelo ar sobrevoando todo o cockpit. Candida: Ele bateu com a cabeça e morreu quase que instântaneamente, mas não sem antes sentir uma última ponta de remorsos por ter abusado fisicamente da única mulher que alguma vez tinha tido sentimentos por ele. Pouco depois a Terra terminou as suas hostilidades incompreensiveis para com os pacificos agricultores de Skylon 4. "Congresso aprova Lei abolindo permanentemente a Guerra e as viagens Espaciais." Laura leu a noticia uma manhã. Ficou simultaneamente excitada e aborrecida. Olhou vagamente pela janela sonhando com a sua juventude, quando os dias passavam despreocupadamente sem noticias para ler ou televisão que a distraisse do seu sentimento de deslumbramento inocente para com a beleza natural do que a rodeava. "Porque temos que perder a inocência para nos tornarmos mulheres?" ela reflectiu. Zezinho: Mal ela sabia que tinha menos de 10 segundos de vida. A milhares de kms acima da cidade, a Nave-mãe dos Anu'drianos lançou o primeirao dos seus mísseis de litthium. As mentes tacanhas dos pacifistas que tinham feito prevalecer o Tratado Unilateral de Desarmamento no Congresso tinham deixado a Terra virtualmente indefesa perante o império hostil dos alienigenas que estavam determinados eliminar a raça humana. Duas horas depois da assinatura do tratado as naves dos Anu'drianos rumavam em direcção à terra carregando poder de fogo suficiente para pulverizar o planeta inteiro. Sem ninguém que os impedisse iniciaram calmamente o seu plano diabólico. O míssil de Lithium entrou na atmosfera sem que qualquer defesa o impedisse. O Presidente, no seu submarino Quartel-Geral, no leito do Oceano Pacifico, sentiu a explosão inconcebivel que vaporizou Laura mais 85 milhões de terrestres. O Presidente esmurrou a mesa de conferências. "Nao podemos permitir isto! Vou vetar o tratado! Vamos corrê-los dos nossos céus!" Candida: Isto é absurdo. Recuso-me a continuar esta literatura patética. O meu parceiro de escrita é um adolescente chauvinista violento e aliterado. Zezinho: Ai sim? Bem, e tu és uma egoista, entediante e neurotica cujas tentativas de escrita são o equivalente literário de um Valium. Candida: Estúpido! Zezinho: Vaca! |
Posta do SirHaiva às 12:51 0 commentários
![]() | Num exercicio de auto-elogio, perfeitamente inédito em mim, este "post" é sobre: mim.
Era só para dar indicação que o Link, da minha página pessoal, para o casório, já está a funcionar. Prontos era só isto que eu queria dizer, prontos. |
Posta do SirHaiva às 15:41 0 commentários
![]() | Mais um site interessante que encontrei e do qual dou aqui relevo, para além de mapear na área de Links. Trata-se de um magazine sobre Ciência e Tecnologia chamado Popular Science. Para quem gosta parece-me um site de referência. Fica à experiência durante um tempo. |
Posta do SirHaiva às 10:08 0 commentários
![]() | Digamos que um tipo chamado José sente-se atraido por uma miuda chamada Maria. Ele convida-a para uma ida ao cinema e ela aceita; divertem-se muito. Algumas noites depois ele convida-a para jantar fora, e novamente passam um bom bocado. Continuam a ver-se de forma regular e passado um tempo nenhum deles sai com mais ninguém.
É então que uma noite, quando estavam de carro a ir para casa, ocorre um pensamento à Maria e, sem se aperceber, ela comenta em voz alta: "Já reparaste que desde esta noite que já nos encontramos há seis meses?" E então faz-se silêncio no carro. O casal começa a pensar para si mesmo: Maria: Eia, será que o incomodei por dizer aquilo. Talvez ele se sinta preso pela nossa relação; talvez ele pense que o estou a pressionar a alguma espécie de obrigação que ele não quer ou não sabe se quer. José: Eia, seis meses. Maria: Mas eu própria não sei se quero este tipo de relação também. Às vezes gostaria de ter mais espaço para poder pensar se de facto pretendo continuar na direcção que estamos a seguir. Quer dizer... para onde estamos a seguir? Vamos apenas continuar a encontrarmo-nos com este nivel de intimidade? Estamos a caminhar em direcção a um casamento? Ter filhos? Uma vida em comum? Estarei preparada para esse compromisso? Conhecerei sequer esta pessoa? José: Então isso significa... deixa ver... Fevereiro quando começámos a sair, que foi imediatamente antes de comprar o carro, o que significa... deixa ver o conta-quilómetros... Eh pá! Já devia ter feito a revisão do óleo! Maria: Ele está chateado. Posso ver na expressão dele. Se calhar estarei a ler os sinais de forma errada. Se calhar ele quer mais da nossa relação, mais intinidade, mais compromisso; talvez ele tenha sentido - mesmo antes de mim - que eu estava com algumas reservas. Sim, aposto que é isso. É por isso que está tão relutante em partilhar os seus sentimentos. Ele tem medo de ser rejeitado. José: E vou queixar-me também da transmissão outra vez. Não me interessa o que aqueles gajos digam, isto ainda não está bom. E é bom que eles não tentem culpar o tempo frio desta vez. Que tempo frio? Estão 30 graus lá fora e esta lata guia-se como um camião de lixo. E paguei eu uma fortuna aqueles incompetentes. Maria: Ele está furioso. E eu não o culpo. Eu também estaria. Sinto-me tão culpada, a fazê-lo passar por isto, mas não consigo evitar sentir-me como me sinto. Simplesmente não tenho a certeza... José: Eles provavelmente dirão que é apenas uma garantida de 90 dias. É exactamente o que eles vão dizer, os bandalhos! Maria: Se calhar sou demasiado idealista, à espera do meu cavaleiro que apareça montado num cavalo branco, isto enquanto estou sentada ao lado de uma pessoa perfeitamente boa, uma pessoa com quem gosto de estar, uma pessoa de quem realmente gosto, uma pessoa que parece gostar mesmo de mim, uma pessoa que está a sofrer por causa da minha fantasia egoista de menina de escola. José: Garantia? Eles querem uma garantia? Eu dou-lhes a garantia! Digo-lhes para pegarem na garantia e enfiaram-na pelo... "José," diz Maria alto. "Quê?" diz José distraido. "Por favor não te tortures mais", diz ela, os olhos a lacrimejar. "Talvez eu nunca devesse ter... oh meu Deus, sinto-me tão..." e desata a soluçar. "O quê?" diz José. "Sou uma parva." diz a Maria. "Quer dizer, eu sei que não existe cavaleiro, eu de facto sei isso. É patético. Não existe Cavaleiro, e não existe cavalo." "Não existe cavalo?" pergunta o José. "Deves pensar que sou uma tola, não é verdade?" diz a Maria. "Não!" responde o José, contente por finalmente saber a resposta correcta. "É só que... é que eu... eu preciso de tempo." titubeia Maria. (Seguem-se 15 segundos de silêncio enquanto José pensa o mais rápido que pode e tenta apurar uma resposta segura. Finalmente pensa numa que é capaz de funcionar) "Sim." ele diz. (Maria profundamente comovida toca na mão dele) "Oh, José, sentes-te realmente assim?" pergunta ela. "Assim, como?" diz José. "Assim, em relação ao tempo." diz Maria. "Oh," responde José. "Sim." (Maria vira-se para ele e olha-o nos olhos, o que torna José muito nervoso acerca do que ela possa dizer a seguir, especialmente se envolver um cavalo. Por fim ela fala.) "Obrigado, José." "Obrigado" diz José. Então ele leva-a a casa, ela deita-se na cama, e com a alma torturada e em conflito, chora até de manhã. Entretanto José volta para sua casa, abre um pacote de Doritos, liga a TV e fica imediatamente cativado por uma reposição no canal História sobre a invenção da dinamite. Uma pequena voz no fundo da sua mente diz-lhe que alguma coisa importante se passou no carro, mas ele tem quase a certeza que não há hipótese de alguma vez perceber o quê e então pensa que o melhor é esquecer. (É esta também a politica dele em relação à diferença entre as cores creme e pérola.) No dia seguinte Maria telefonará à melhor amiga ou mesmo a duas amigas e falarão da situação durante seis horas seguidas. Com detalhes pormenorizados, analizarão tudo o que ele disse, repassando tudo outra vez, palavra a palavra, expressão a expressão, gesto a gesto, procurando pequenas nuances de significados, considerando todas as possiveis ramificações. Continuarão a discutir este assunto por semanas, talvez meses, nunca chegando a nenhuma conclusão definitiva, mas também sem nunca se aborrecerem com ele. Entretanto o José, enquanto jogava golf com um amigo comum aos dois, um dia, apenas fez uma pequena pausa no jogo para questionar: "João, a Maria alguma vez teve um cavalo?" |
Posta do SirHaiva às 10:42 0 commentários
![]() | A partir de um artigo da CNN tive conhecimento de um projecto interessantissimo que vou passar a seguir nos próximos tempos. Trata-se da construção de uma Enciclopédia On-Line com a colaboração de toda a comunidade mundial. Qualquer um. Eis uma parte do texto introdutório a partir da área portuguesa: "Actualmente a Wikipedia na sua versão em língua portuguesa inclui mais de 1500 artigos (embora a 31 de Julho não fossem mais de 940 os artigos com conteúdo) e precisamos todo o apoio possível para continuar a crescer. Qualquer um pode editar as páginas, escrever um artigo ou rever aqueles já existentes ou apenas sugerir melhorias para o projecto!". Portantos pessoal, bute lá dar uma ajuda! |
Posta do SirHaiva às 09:52 0 commentários
![]() | Das coisas que me faz confusão, ano após ano, é que incêndios sempre houve. E enfase na prevenção idem. Então não aprendemos nada de ano para ano? Aparentemente projectos de prevenção não faltam, e um exemplo é este descrito no Publico, só que... não passam de projectos. Por falta de dinheiro para implementá-los, justifica-se.
A verdade é que nós próprios funcionamos assim nos nossos orçamentos individuais. Um exemplo: quantos de nós prescindimos de ABS, Barras de protecção lateral, duplos Air-Bags, substituições periódicas de travões e pneus... tudo isto em detrimento do preço? Apenas a ideia de que "o mais provável é não acontecer nada" é que justifica o desinvestimento na prevenção. Polémico? |
Posta do SirHaiva às 17:07 0 commentários